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sexta-feira, 26 de abril de 2019
Reunião: quarta, 10 de abril de 2019
O coordenador Luís começou falando sobre determinismo, o fato de termos nascidos em uma geração tecnológica não quer dizer que todos serão ligados à tecnologia.
Ele falou isso para nos motivar a trabalhar com os alunos atividades manuais, pois eles podem descobrir uma profissão a partir disso.
O coordenador também trouxe uma nova percepção acerca do termo spoiler, ele disse que é um termo "desnecessário" uma vez que compramos um livro ou um filme devido ao prazer de lermos ou vermos a obra várias vezes.
Além disso, falou sobre o exemplo que devemos dar e o prazer da profissão, se eu passar uma atividade para meus alunos é desejável que eu também a faça pelo prazer de fazer/aprender juntos. Ele também falou que da definição de aula: "aquilo que fica na cabeça dos alunos quando a gente se afasta. Para alguns muito, para outros pouco."
Para encerrar, o Elvis foi filmado enquanto apresentava uma resenha da obra "A culpa é das estrela"(esse será o primeiro vídeo do canal dos booktubers). Ademais, as equipes falaram como está o andamento do projeto de leitura e escrita nas turmas.
Ele falou isso para nos motivar a trabalhar com os alunos atividades manuais, pois eles podem descobrir uma profissão a partir disso.
O coordenador também trouxe uma nova percepção acerca do termo spoiler, ele disse que é um termo "desnecessário" uma vez que compramos um livro ou um filme devido ao prazer de lermos ou vermos a obra várias vezes.
Além disso, falou sobre o exemplo que devemos dar e o prazer da profissão, se eu passar uma atividade para meus alunos é desejável que eu também a faça pelo prazer de fazer/aprender juntos. Ele também falou que da definição de aula: "aquilo que fica na cabeça dos alunos quando a gente se afasta. Para alguns muito, para outros pouco."
Para encerrar, o Elvis foi filmado enquanto apresentava uma resenha da obra "A culpa é das estrela"(esse será o primeiro vídeo do canal dos booktubers). Ademais, as equipes falaram como está o andamento do projeto de leitura e escrita nas turmas.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Reunião: quarta, 3 de abril de 2019
Na semana em que não tivemos reunião, dia 27/3, o professor nos enviou por e-mail um atividade na qual precisaríamos criar um canal no youtube e postar videos falando sobre nossa resenhas acerca de livros, poemas, etc, que lemos.
A ideia é sem dúvidas ótima, pois como ele mesmo disse na reunião hoje: o alcance é ilimitado. Contudo, a proposta não foi bem aceita pelos pibidianos porque teremos que expor nossa imagem em um canal aberto para que todos tenham acesso. Além disso, precisaríamos de equipamentos para isso, aprender a fazer edição e, o mais importante, tempo para tudo.
Acredito que do modo que foi colocado não será viável. Talvez se for apenas um canal, o do blogão por exemplo, e as equipes enviarem um vídeo por semana seria considerável. Assim, não exporia a nossa imagem em nossas contas privadas e talvez não fique demais já que seria um vídeo por semana de cada equipe. Dito isto, o problema seria aqueles que não têm habilidades com câmeras.
O coordenador deixou claro que não haveria imposições, como os blogs, mas disse que "a educação está em nossas mãos". Os vídeos alcançariam, além dos alunos, os pais dos alunos. A motivação dele foi boa, mas acredito que não foi o suficiente para as pessoas aderirem à proposta dos booktubers.
Passado esse primeiro momento, os coordenadores nos lembraram do objetivo, do sentido de estarmos alí. Eles têm razão de fazer isso, porque as vezes a gente só vai fazendo por obrigação e o foco muda de intervenção para cumprir horário.
A equipe do supervisor Ricardo mostrou como irá apresentar o QR-CODE para a turma e o coordenador Luís deu algumas dicar para ficar mais clara a mensagem visual.
O assunto transmídia -escrita que nos envolve- voltou a ser o foco e um novo termo surgiu: "produto da leitura". Fomos orientados a levar um produto a cada aula, desenhar um personagem, colorir, recortar, trocar com o colega; levar um jogo de palavras cruzadas sobre o livro que estamos lendo; fazer uma poesia ou música; de modo que entendemos uma obra sem nunca ter lido. Pois, o que imposta não é a história, mas a literatura.
Além dessas dicas, a supervisora Andrea nos orientou a prestar atenção nas dicas que os alunos dão para que nós possamos mudar o caminho se for necessário. O professor Luís também nos falou que não é verdade quando as pessoas dizem que não sabem fazer algo, dizer isso é apenas um meio fácil de ser preguiçoso.
Próximo ao final da reunião, as equipes falaram como está o andamento do projeto de leitura da escola. Algumas ideias já foram encaminhadas para a culminância do projeto e outras ainda precisam de revisão. Durante as falas os coordenadores deram diversas sugestões e nos deixaram à vontade para contata-los caso precisemos de ideias.
Reunião Cancelada: quarta, 27 de março de 2019
Fomos avisados na semana anterior que não haveria reunião hoje devido a problemas de saúde dos coordenadores. Seriam submetidos à cirurgia.
Reunião: quarta, 20 de março de 2019
Hoje assistimos à apresentação da Maria clara acerca da experiência dela como leitora. Ela falou sobre a competição que havia no 4°ano: quem atingisse a meta de 100 livros ganhava uma plaquinha de metal, também falou sobre o livro artesanal do 5° ano, e finalizou citando algumas obras preferidas como "As vantagens de ser invisível" e o gosto pelas obras de periferia uma vez que já cursou serviço social.
O coordenador Luís falou sobre o estilo de cada pessoa que pode ser corporal, manual ou visual e isso cabe a cada um saber o que faz melhor. Ele também falou da importância dos clássicos -eles refletem coisas universais-, mas que outros interesses podem ser trabalhados como interpretação de músicas, paródia, reescrita do final de uma obra, etc. O intuito é os alunos "sentir o poder transformador da educação".
No final, o coordenador falou sobre um site, projeto com um orientando de mestrado, que está pronto. Teremos acesso ao site por meio da leitura de um QR-CODE que será espalhado na escola Onélia Campello. A leitura do QR-CODE irá direcionar a uma biblioteca virtual na qual haverá diversas obras: clássicos, HQ, etc.
O objetivo é ensinar as pessoas a buscarem coisas na internet. Há muita coisa boa na rede, mas as pessoas não sabem buscar. Enquanto elas não aprendem, nós iremos dar de maneira mais fácil.
Reunião: quarta, 13 de março de 2019
Apresentação dos novos integrantes: André, Clarisse e Josinaldo. Alguns pibidianos saem no meio do processo por diversas razões, e é preciso repor essas pessoas.
Acredito que é mais difícil para quem entra agora, porque precisamos de algum tempo para nos habituar ao ambiente. Os novatos terão que se habituar e além disso daqui a pouco terão que intervir. Mas, não estarão sozinhos.
A Bia relatou sobre como foi falar da experiência dela com a leitura para algumas turmas da escola Onélia Campello. E a partir disso algumas questões foram surgindo sobre como "fazer" os alunos lerem.
Os coordenadores sugeriam trabalhar o tema, questionar acerca do que o tema sugere. Além disso, eles chamaram a atenção para outros meios de chegar a motivação dos alunos a lerem por conta própria. Para isso, nós podemos trabalhar usando paródia, quebra-cabeça, charada, entre outras coisas.
No final da reunião, o Rondinele nos apresentou a experiência dele como leitor e arrancou muitas rizadas. Citou alguns interesses como as revistas dos "Cavaleiros do Zodíaco", Paulo Coelho, games e "Sonhos d'ouro" de Alencar. Falou que deu uma pausa de dez anos, mas retornou a ler quando ingressou na UFAL.
O Rondinele encerrou a fala dele dizendo "se assistiu ao filme, dá uma chance ao livro". Acho que isso resume o nosso intuito nesse momento: despertar no aluno o interesse pela leitura por outros caminhos que não sejam a imposição, direcioná-los por caminhos que eles estejam interessados e por outros que eles possam se interessar.
Acredito que é mais difícil para quem entra agora, porque precisamos de algum tempo para nos habituar ao ambiente. Os novatos terão que se habituar e além disso daqui a pouco terão que intervir. Mas, não estarão sozinhos.
A Bia relatou sobre como foi falar da experiência dela com a leitura para algumas turmas da escola Onélia Campello. E a partir disso algumas questões foram surgindo sobre como "fazer" os alunos lerem.
Os coordenadores sugeriam trabalhar o tema, questionar acerca do que o tema sugere. Além disso, eles chamaram a atenção para outros meios de chegar a motivação dos alunos a lerem por conta própria. Para isso, nós podemos trabalhar usando paródia, quebra-cabeça, charada, entre outras coisas.
No final da reunião, o Rondinele nos apresentou a experiência dele como leitor e arrancou muitas rizadas. Citou alguns interesses como as revistas dos "Cavaleiros do Zodíaco", Paulo Coelho, games e "Sonhos d'ouro" de Alencar. Falou que deu uma pausa de dez anos, mas retornou a ler quando ingressou na UFAL.
O Rondinele encerrou a fala dele dizendo "se assistiu ao filme, dá uma chance ao livro". Acho que isso resume o nosso intuito nesse momento: despertar no aluno o interesse pela leitura por outros caminhos que não sejam a imposição, direcioná-los por caminhos que eles estejam interessados e por outros que eles possam se interessar.
sábado, 2 de março de 2019
Reunião: quarta, 27 de fevereiro de 2019
Alguns avisos foram dados sobre verba e sobre a necessidade de material para o PIBID, como projetor, livros, etc.
Ouvimos os relatos da Valquissandra e Letícia Vita a respeito das apresentações delas na escola Onélia Campello. Elas falaram sobre suas experiências como leitoras para algumas turmas na semana anterior.
Ambas falaram que a turma em que atuam semanalmente, 9º ano "D", deu pouca atenção, mas as turmas da manhã foram mais receptivos. As meninas do PIBID ficaram empolgadas ao falar da troca de olhares, ou reações de alunos que demonstraram interesse durante as apresentações.
Em seguida, mais uma integrante foi convidada a nos contar a sua experiência como leitora. A Bia proporcionou muitas risadas ao se comparar seus traços de personalidade com as características dos personagens das histórias.
Ela falou sobre o interesse em mangá e mitologia grega. Também citou as obras: "A turma da Mônica", "Uma professora muito maluquinha" e uma saga chamada "Trono de vidro".
Para concluir, exibiu fotos dos desenhos que ela faz e fotos em eventos de cosplay.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Reunião: quarta, 20 de fevereiro de 2019
A formação hoje foi acerca da inserção de atividades na escola Onélia Campello.
A coordenadora Andrea frisou ainda mais a importância do outro, da necessidade de ouvir e dialogar com o outro. Para isso, precisamos "saber ver", isto é, deixar de lado nossos preconceitos, expectativas, costumes, esteriótipos a fim perceber quem está na nossa frente.
O coordenador Luiz falou da autonomia que visamos propiciar aos alunos. Eles precisam exercitar o ato de escolher o que querem, o que os toquem, os modifiquem, o que faça sentido pra eles. Nós podemos contribuir inicialmente ao apresentar algumas possibilidades, mas, é primordial que sejam "alunos vivos, que recebem ordem, que cumprem ordens, mas que sejam alunos vivos".
Ouvimos os depoimentos da Letícia e da Val, integrantes da equipe, a respeito da experiência delas no mundo da leitura. Acompanhamos as apresentações interessados em como esse encanto se desenvolve em cada pessoa.
Também foram dadas diversas dicas de livros e agendada a primeira apresentação para os alunos da escola, a Letícia irá falar para eles a experiência dela assim como nos falou hoje.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Reunião: quarta, 13 de fevereiro de 2019
Os coordenadores do PIBID LP trouxeram diversas propostas de atividades para serem aplicadas na turma. Narrativa transmídia é a principal proposta, nela nós vamos trabalhar com diferentes mídias (verbal. visual, etc) para contar histórias ou passar mensagens.
O objetivo é trabalhar diferentes linguagens e intertextualidade, criando e recriando. Tudo para que os alunos descubram o encanto de ler e escrever.
Ficamos com a tarefa de levar nossa experiência como leitores, de reconhecer nossos gostos e apresentar para eles como uma referência ou porta de entrada no âmbito da leitura. O intuito é que eles também se reconheçam.
O desafio é achar nossa identidade como leitor, apresentar esse encanto e assim acrescentar algo na leitura do outro.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Reunião, 6 de fevereiro de 2019
Os coordenadores estavam em uma reunião do Profletras, mas recebemos atividades:
1. Atualizar os blogs;
2. Equipe de blogueiros organizar o Blogão e expor as melhores postagens da semana;
3. Relembrar o diagnóstico etnográfico feito na escola, sintetizar as principais informações e organizá-las em quadros.
10ª Reunião, 30 de janeiro de 2019
O coordenador Luiz conduziu sozinho a reunião, porque a professora Andrea estava em uma reunião do Profletras.
Foi falado sobre o resgate das brincadeiras de criança que servem como atividades nas salas de aula.
Entretanto, alguns professores conseguem mudar aspectos do seu trabalho, mas outros não. E essa prisão ao passado pode impossibilitar a experiência na sala de aula. A tecnologia está aqui no presente e se pode fazer bom uso dela por que não usá-la?
A expressão corporal, características do comportamento, vestuário também são detalhes importantes de serem atentados em uma situação em que uma pessoa se expõe para uma classe, por exemplo.
9ª Reunião, 23 de janeiro de 2019
Primeira reunião ao retornar às atividades do projeto.
Apesar de não termos ido à escola, porque os alunos estavam de férias, e de não termos reuniões, porque os coordenadores estavam de férias, recebemos atividades que deveriam ser entregues nesta primeira reunião.
Conhecemos o novo integrante do grupo e ele falou sobre o que espera do PIBID.
Os coordenadores falaram sobre as atividades que serão aplicadas na escola e dos documentos oficiais como BNCC, PNC, OCEMS.
Precisamos saber nossa posição diante dos documento visto que eles geram opiniões divergentes: seguir esses documentos podem engessar o ensino sem considerar as diversidades, mas, por outro lado a base pode ajudar a igualar as desigualdades.
A base comum curricular foi comparada a um iceberg, a parte visível representa o documento e a parte imersa representa a diversidade. Assim, como transpor o que está nos planos para a prática?
O documento é elaborado comumente, porém há partes que cabem à cada estado, município, secretaria, escola, professor, considerando a diversidade de cada lugar.
Todavia, em alguns lugares esses documentos não são nem discutidos devido às políticas públicas. Elas mudam a cada mandato e na maioria das vezes não contemplam educação de qualidade.
Apesar de não termos ido à escola, porque os alunos estavam de férias, e de não termos reuniões, porque os coordenadores estavam de férias, recebemos atividades que deveriam ser entregues nesta primeira reunião.
Conhecemos o novo integrante do grupo e ele falou sobre o que espera do PIBID.
Os coordenadores falaram sobre as atividades que serão aplicadas na escola e dos documentos oficiais como BNCC, PNC, OCEMS.
Precisamos saber nossa posição diante dos documento visto que eles geram opiniões divergentes: seguir esses documentos podem engessar o ensino sem considerar as diversidades, mas, por outro lado a base pode ajudar a igualar as desigualdades.
A base comum curricular foi comparada a um iceberg, a parte visível representa o documento e a parte imersa representa a diversidade. Assim, como transpor o que está nos planos para a prática?
Todavia, em alguns lugares esses documentos não são nem discutidos devido às políticas públicas. Elas mudam a cada mandato e na maioria das vezes não contemplam educação de qualidade.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
8ª Reunião, 21 de novembro de 2018
O início se deu com uma breve amostra da apresentação a ser realizada para os calouros a fim de divulgar/esclarecer o projeto. O trabalho de apresentação ficou bem feito.
Em seguida, os bolsistas tiveram grande espaço, como sempre, para serem ouvidos. Eles propuseram atividades, a pedido dos coordenadores, que pudessem ser testadas nas salas de aula, a fim de verificar o que os alunos precisam de forma lúdica. Os coordenadores também trouxeram propostas interessantes.
Ansiosa para ver como isso vai acontecer.
7ª Reunião, 14 de novembro de 2018
Realizamos uma atividade baseada no filme "Cry freedom", escolhido a dedo pelos coordenadores, na qual pudemos verificar a prática etnográfica.
O filme foi discutido nessa reunião e muitos pontos foram colocados. Detre eles, ficou claro o alcance político do nosso trabalho, o qual propicia voz aos alunos para que apresentem a realidade deles e sejam considerados a partir disso.
O intuito é "dá possibilidades aos alunos para eles falarem sobre si e ajudá-los a continuar o diálogo com mais fluidez."
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
6ª Reunião, 10 de outubro de 2018
Estávamos precisando desse dia
para colocar pra fora um mês de novidades. Discutimos acerca do que vemos no
dia a dia, os episódios controversos, nosso relacionamento com os supervisores
e com a escola. Além disso, compartilhamos nossas vivências e pudemos aprender com as experiências do nosso grupo.
"[...] as pessoas não precisam ter opinião sobre tudo. Precisamos discutir o que é importante para eles, para a comunidade deles [...]", essa fala do coordenador Luíz Fernando trouxe questionamentos/inquietações assim como a observação da coordenadora Andréa acerca da diferença entre o sujeito moderno e o sujeito contemporâneo.
Saí daquela reunião com a sensação de que teremos muitos desafios, mas com o consolo de que temos uma equipe para compartilhar a nossa bagagem.
"[...] as pessoas não precisam ter opinião sobre tudo. Precisamos discutir o que é importante para eles, para a comunidade deles [...]", essa fala do coordenador Luíz Fernando trouxe questionamentos/inquietações assim como a observação da coordenadora Andréa acerca da diferença entre o sujeito moderno e o sujeito contemporâneo.
Saí daquela reunião com a sensação de que teremos muitos desafios, mas com o consolo de que temos uma equipe para compartilhar a nossa bagagem.
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
5ª Reunião, 26 de setembro de 2018
Nossos coordenadores chamaram
nossa atenção novamente para a pontualidade, citaram implicações disso no nosso
campo de atuação. Além disso, esclareceram sobres aspectos burocráticos.
Logo após, os coordenadores
discorreram sobre como nós devemos fazer o diagnóstico acadêmico, atividade a
ser entregue até o dia 15 de outubro, disponibilizaram material sobre o que
atentar, como fazer os registros, como proceder ante o nosso objeto de estudo.
terça-feira, 18 de setembro de 2018
4ª Reunião, 12 de setembro de 2018
Com pesar precisei
faltar neste dia, devido aos meus deveres com o TRE. Lamentei-me muito porque
soube que esta reunião foi maravilhosa, visto a aula sobre tipos de letramento
que nossa coordenadora ministrou. Soube que ela irá disponibilizar o material
usado durante a aula e espero ansiosa para lê-lo.
Ademais, houve feedbacks positivos acerca da
organização de nossa equipe, admoestação quanto a nossa posição enquanto
estudantes de letras e esclarecimentos sobre os procedimentos regulamentares que
precisamos seguir.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
3ª Reunião, 5 de setembro de 2018
Hoje, o nosso espaço de reuniões já
estava melhor organizado quando chegamos. Nosso coordenador apresentou o
roteiro da pauta, previamente enviado por e-mail, e começamos o diálogo. O
professor Luíz Fernando nos orientou a fazer anotações com nossas reflexões a
fim de termos registros para posterior consulta ao fazermos as postagens nos
blogs e ideias para outros momentos da vida. Ele também elogiou a desenvoltura
da equipe e nos instigou a descobrir nossos talentos, a refletir sobre “qual talento
vamos mostrar”. Além dessas dicas, ele acrescentou que devemos “perceber o
aluno como indivíduo, não como uma turma”.
Em seguida, lemos algumas postagens de
nossos colegas e observamos as estruturas dos blogs. A reunião foi encerrada
com comentários acerca do primeiro dia na escola.
2ª Reunião, 29 de agosto de 2018
Dessa vez, conhecemos nossos
supervisores, professores Ricardo Pereira do Nascimento, Edilene Alves dos
Santos e Maria do Socorro de Melo, e pudemos sentir um pouco da emoção por meio
dos discursos de cada um ao descrever as turmas nas quais iremos trabalhar. Com grande carga emotiva, os discursos narraram a relação
deles com os alunos e deixaram evidente a predominância do aspecto humanístico
com o qual teremos que lidar durante nossas atividades. Se alguém tem
dificuldade nas inter-relações, provavelmente muito será superado. Para isso,
sugiro seguir o conselho de nossos coordenadores: ouvir mais a fim de observar
a realidade deles e propor um novo olhar a partir de nossas experiências é um
bom começo.
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